Psicóloga afirma que mulher só não está no topo das carreiras porque não quer. Será?

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Estava lendo a matéria da revista Galileu, quando me deparei com a matéria que falava sobre o livro escrito pela psicóloga Susan Pinker, "O Paradoxo Sexual: hormônios, genes e carreira", onde ela comenta que o DNA feminina teima em optar por carreiras menos fortunas, e que mesmo escolhendo essas opções ainda conseguem ser mais felizes que os homens. Mas como?

Com a liberdade do mundo hoje, principalmente para as mulheres, a maior parte delas tem oportunidade de crescimento no mesmo nível. A maioria das mulheres tem nível superior, ainda ganham menos que os homens e mesmo assim, na hora de escolher uma carreira para seguir, segundo a especialista, elas optam pelos cargos mais baixos. Para Susan, isso é uma questão de escolha. Para ela a mulher escolhe ficar em um nível abaixo do homens. Pasmem! Mas ela explica o porquê dessas escolhas.



Em seu livro ela exemplifica que 89% dos profissionais atuantes no mercado de trabalho atual, aqueles que optam por trabalhar em horários reduzidos são do sexo feminino. Cerca de 60% das mulheres norte-americanas recusam promoções para não interferir na flexibilidade de horário e vida pessoal. Para ela, as mulheres ainda querem ter família, criar os filhos, serem donas de casa, mas também querem ter independência financeira. Com esse pensamento, é óbvio classificar que as escolhas de nível mais baixo irão satisfazer a mulherada tanto financeiramente, quanto socialmente.




A pesar de muitas mulheres ainda estarem na corrida por cargos melhores, é notável o número daquelas que abandonam a carreira no auge para voltar às raízes familiares, ou seja, ser mãe, esposa e dona de casa. Segundo Susan, para mulher o trabalho é somente trabalho, isto é, uma forma de ter remuneração. E isso ela pode conseguir em um trabalho não formal em sua própria casa. Já para o homem, ter um cargo é algo importante para sua estabilidade pessoal e social, sem essa figura de importância ele se sente um fracassado.

Susan ainda completa que a mulher "hipótese do gênero de baunilha", ou seja, "a hipótese de que a mulher é apenas uma variação do homem, quando ela é, de fato, diferente". Diferenças essas que vão desde o lado biológico quanto o dos desejos. É natural e ponto final. Não adianta, nós queremos impor ou modificar algo que é instintivo. Escolher criar os filhos a trabalhar fora, não quer dizer que a mulher abandonou todas as conquistas que teve ao longo de tantos anos, mas sim, que ela pode muito bem, conciliar sua forma natural e instintiva de ser, com sua vontade de prover renda e se satisfazer profissionalmente. Como a Susan colocou, tudo é uma questão de escolha!




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